Quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Montagem / TDM
Cinemark / Ingresso.com: Falha na comunicação
Faz um tempo que ando sumido daqui. Não foi por falta de assunto. O tempo que infelizmente me é escasso. Mas vamos lá, ano novo, surpresas novas. Aliás, FELIZ 2010!
No finalzinho de 2009, entre o Natal o e Ano Novo, demos uma parada por aqui no Território da Música e minha intenção era aproveitar para fazer algumas coisas que me dão prazer, como ir ao cinema assistir um bom filme.
Pensei comigo: com essa fila de carros no sistema Anchieta / Imigrantes, a cidade de São Paulo estará mais calma, ao menos por alguns dias. Resolvi assistir “
Avatar” de James Cameron em 3-D. Certamente os cinemas estariam vazios. Doce ilusão.
Escolhi a terça-feira, dia 29 de dezembro, para pegar uma sessão da tarde. Bem, eu e todos os demais que ficaram em São Paulo no feriado resolveram fazer a mesma coisa. Ir ao shopping assistir “Avatar” em 3-D. Foi um pouco decepcionante, só tinha lugar na primeira fila e eu não estava disposto a sair dali com um torcicolo. Fui tomar um café na Starbucks pra não perder a viagem e deixei para outro dia.
No dia seguinte, já em casa, me veio a idéia de comprar a entrada online, com assento marcado. Simples, por que não pensei nisso antes? Pois bem, acessei o site do Cinemark para verificar a programação para os próximos dias. Verifiquei que, naquele mesmo dia, às 22h00 horas, tinha uma sessão do filme.
No site do Cinemark, cliquei no link para a Ingresso.com, para a compra da entrada, mas para minha surpresa, não informava se era para a versão 3-D e nem falava nada sobre a possibilidade de lugar marcado. Na dúvida, liguei para o Cinemark para pedir mais informações. No outro lado da linha, uma gravação informou sobre os horários de funcionamento no período de festas e começou a informar a programação de 1 a 7 de janeiro de 2010 e, neste momento, levei um susto. Juro que não esperava nada do tipo.
A menina que gravou a mensagem (que já lia mal e porcamente o texto que lhe passaram) manda a seguinte pérola: “Segue nossa programação válida de primeiro da janeiro a 7 de janeiro... ééé Xuxa e num sei o que lá e lá lá lá lá lá. Pronto, está bom.”. Sim, não estou brincando. Foi exatamente essa a mensagem gravada que ouvi no atendimento ao cliente da rede Cinemark. Pensei comigo: Como pode uma empresa do porte de uma Cinemark disponibilizar uma gravação como essas em sua central de atendimento? Não resisti e gravei a mensagem, que pode ser ouvida abaixo.
Gravação do call center da rede Cinemark
Ainda decidido a assistir ao filme, acessei diretamente do site da Ingresso.com. Ali encontrei, a princípio, as informações um pouco mais organizadas. Encontrei a versão em 3-D de “Avatar”, dias disponíveis e horários de exibição, mas nada sobre assentos marcados. Lá vou eu de novo para o telefone, dessa vez para falar com o atendimento da Ingresso.com. Tiro minhas dúvidas e já faço a compra por telefone mesmo.
Novamente uma gravação me atende e, ao selecionar a opção cinema, informam que entradas para cinema não são vendidas por telefone, apenas através do site e ponto final, sem informações sobre minha dúvida referente aos, a essa altura, malditos assentos marcados.
Resolvi seguir com a compra online e ver no que dava. Após clicar em comprar e fazer o cadastro que, finalmente, trazem as informações sobre os assentos disponíveis. Por que não informam isso antes da compra? Tão simples.
Vi que tinham assentos disponíveis num bom local da sala, selecionei os 2 que desejava, informei os dados de meus cartão de crédito e cliquei em concluir. Feito isso, me aparece uma mensagem informando que, estavam consultando a operadora de cartão e que eu deveria aguardar. Mais nada. 10 minutos depois, como nada aconteceu, comecei a procurar mais informações no próprio site e, achei um FAQ informando que, se nenhuma resposta aparecesse em 5 minutos, significava que a compra não fora concluída. Ok, entendi, mas como saber se fora mesmo ou não concluída? Faço uma nova compra correndo o risco de ser debitado duas vezes no cartão?
Como podem imaginar, por telefone, ninguém atende, apenas uma gravação. A única opção disponível era enviar uma mensagem através do site. Enviei, já sem muitas esperanças, a tal mensagem e, adivinhem. Até hoje ninguém respondeu e, claro, novamente não consegui assistir “Avatar”.
O que me deixa triste é o fato de que dispomos hoje de tecnologias boas o suficiente para prestar esse tipo de serviço online e essas empresas as utilizam. O problema está no lado humano da operação, por assim dizer. Quem opera o sistema só pode ser uma anta, com todo o respeito ao animal.
A solução foi, muito contrariado, enfrentar um fila enorme no shopping para comprar as entradas e, isso, com 3 horas de antecedência, para tentar garantir um lugar. Minha sorte foi que, a maioria das pessoas na fila estavam interessadas em assistir “2012” (ao menos um ponto a favor desse filme, rs).
Cobrando R$ 27,00 por cada entrada e com um atendimento desse nível, não é por acaso que é cada vez maior o número de pessoas que prefere esperar para assistir o filme em DVD no conforto de suas casas. Eu me incluo nessa conta.
Isso sem falar nos 20 minutos para comprar pipoca e na sujeira dos banheiros, que mais se pareciam com os de um boteco que os de uma rede de cinemas.
Já quanto ao “
Avatar”, o filme é realmente muito bom e compensou e dificuldade em assití-lo. Falo mais sobre ele
aqui.
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Cesar Dechen às 18h27
Quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Esse eu quero! Confesso que não me animei muito com o lançamento da coleção remasterizada dos Beatles lançada em setembro. Não sei bem porque, mas o formato CD já não me empolga muito, mas em formato digital embutido num pendrive exclusivo, bem, aí a conversa é outra.
Foi anunciado para o dia 7 de dezembro o lançamento (nos Estados Unidos) de um pendrive em edição limitada, no formato de uma maçã, contendo a discografia completa da banda, que deve ainda incluir os mini-documentários presentes no box remasterizado.
O anúncio gerou certa surpresa, já que era esperado o lançamento da obra da banda no formato digital através de grandes lojas online como a iTunes Store ou a Amazon.
Com capacidade de 16GB, o gadget trará os álbuns nos formatos FLAC 44.1 Khz 24 bit e MP3 320Kbps, compatível com Mac e PC. O produto, está disponível em pré-venda no site oficial da banda (
www.beatles.com) por US$ 279,99. Apenas 30.000 unidades serão produzidas.
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Cesar Dechen às 10h26
Terça-feira, 3 de novembro de 2009
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Home do Geocities de dezembro de 1996
No final de outubro, um dos serviços (se é que podemos chamá-lo assim) mais democráticos da internet nos anos 90 fechou suas portas, aliás, suas páginas. Estou falando do Geocities.com. Esse endereço já foi um dia o responsável por grande parte de todos os endereços pessoais disponíveis na internet.
Ok, o Geocities também foi um dos responsáveis por espalhar web afora aqueles medonhos gifs animados informando que a página acessada estava “em construção”. Eram os tempos da web 1.0, quando nós, meros mortais, tínhamos páginas na internet, não sites, blogs ou perfis em redes sociais e não era por acaso que muitas dessas páginas viviam em eterna construção. Para publicar e manter um site na rede naqueles tempos nem tão distantes, mas cascudos, era preciso, além de uma conexão discada minimamente descente, ter ao menos algum conhecimento de HTML e saber usar algum software de tratamento de imagens, o que não era a realidade da grande maioria.
Se você é dessa época, deve ter conhecido o Hot Dog, da Sausage Tools, um editor de HTML que, depois de aprender a usá-lo, a maioria o trocava pelo bloco de notas do Windows. O Hot Dog ainda existe (
www.sausagetools.com), mas poucos com menos de 35 anos o conhecem ou ouviram falar dele. Outro companheiro inseparável dos webmasters da época era o Paint Shop Pro, da Jasc, um editor de imagens que exportava arquivos em Gif ou Jpeg, os mais comuns para a web de então.
Quando o Geocities surgiu, o Google ainda não existia. O Yahoo, que depois o comprou, ainda era um índice manual de sites e serviços e trocávamos mensagens online pelo ICQ (oh-ow).
Enfim, é isso, um pouco de saudosismo. Não fazendo mais sentido manter o Geocities, o Yahoo encerrou as atividades do site e, agora, o caminho são os serviços da web 2.0, colaborativa, recheada de posts no Blogger, scraps no Orkut, vídeos no YouTube, twits no Twitter e o que mais vier pela frente.
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Cesar Dechen às 19h05
Segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Definitivamente a presença física já não é mais tão relevante. Hoje, mesmo a milhares de quilômetros de distância podemos, ao mesmo tempo, desfrutar do conforto de um sofá e assistir, ao vivo, a um show do U2 no Rose Bowl, em Pasadena (California/EUA) e, de quebra, compartilhar a experiência com o vizinho de poltrona. Sim, aquele que está logo ali, também no conforto de sua sala... na Nova Zelândia.
Transmissões ao vivo de shows não são lá uma novidade, em especial na TV, mas, na internet, ainda são de certa forma eventos experimentais. Com o YouTube entrando na jogada, com todo seu poder de distribuição, a coisa muda de figura e, o resultado são 1,3 milhão de pessoas, de 19 países, incluindo o Brasil, assistindo e comentando ao vivo o show dos irlandeses.
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Cesar Dechen às 09h44
Artistas relacionados:
U2
Quinta-feira, 22 de outubro de 2009
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Nook: O e-reader da Barnes & Noble
Como já previsto, os eReades prometem ser o novo sonho de consumo entre os eletrônicos no próximo Natal, ao menos dos EUA. Seguindo os passos da Amazon, a Barnes & Noble, acaba de lançar o seu leitor, o Nook. O preço (US$ 259,00) é o mesmo de seu concorrente direto, o Kindle, da Amazon mas... bem, mas as semelhanças param por aí.
O Nook, em uma primeira análise, faz o Sony Reader e o Kindle parecerem ultrapassados. Os principais e esperados recursos para um e-reader estão aqui, como tela e-ink com bom contraste e que permita ler tranquilamente, mesmo sob luz solar e comunicação com o PC para tranferência de arquivos, porém, o Nook lê documentos nos formatos PDF, EPUB e eReader, reproduz arquivos em MP3, Jpeg, Gif, Png e Bmp, sincroniza com iPhone, iPod Touch, BlackBerry, Mac ou PC, tem conectividade WiFi, 3G e USB, memória interna de 2GB, slot para cartão microSD com até 16GB (+/- 17.000 livros), conector 3.5 mm para fone de ouvidos estéreo e, o mais bacana, uma segunda tela LCD de 3,5" sensível ao toque e colorida para navegar pela biblioteca interna e comprar novos títulos entre uma série de outros recursos.
Veja abaixo o vídeo de demonstração do Nook:
Para saber mais, acesse o site da Barnes & Noble em
www.barnesandnoble.com/nook (em inglês).
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Cesar Dechen às 11h08
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Era só o que me faltava. Ok, eu sei, o que isso tem a ver com música? Nada ou, talvez, tudo. Como por essas bandas também trato de tecnologia e, eventualmente, também de política, então vamos lá.
O assunto é a lei 12.058, aprovada pelo Congresso em setembro e agora sancionada pelo presidente Lula. Agora, CPF, RG, carteira de motorista, passaporte e até tipo e fator sanguíneo, estarão todos em um único documento, com um único número de registro. A primeira vista, a idéia até parece boa, simplificando muita coisa e tal, mas, olhando mais de perto, me parece mais um indício do complexo de "Big Brother" cada vez mais evidente nas ações do governo. Não, não estou falando do BBB da Globo, me refiro ao livro 1984, de George Orwell.
Meu medo é que, com toda a segurança que temos em nosso país (o recente caso do Enem que nos sirva de exemplo), cada vez que você comprar um CD, acessar um site, for ao cinema ou sei lá, tomar um sorvete, o grande irmão estará te observando. É como se estivessem tatuando um código de barras em nossa testa.
Não sei porque, mas toda vez que surgem novidades como essa, tendo a ficar um tanto paranóico. Será?
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Redação às 16h18
Quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Pendrives com formas e tamanhos dos mais variados, não são uma novidade, mas, para os trekkies ou mesmo para os não iniciados, o Star Trek USB Stick não deixa de ser uma forma bacana de (tele)transportar os seus dados. Além disso, o pendrive, com capacidade de 4GB, já vem com 1GB ocupados com o "Star Trek" (2009) de J.J. Abrams.
O filme vem no formato DivX (com DRM) e pode ser copiado para até cinco aparelhos distintos ou então ser gravado em DVD. O Star Trek USB Stick, que está à venda na
Play.com por € 23.49, é numerado individualmente, um prato cheio para os colecionadores.
Se você ainda não assistiu, veja aqui o trailer do filme:
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Cesar Dechen às 07h47
Sexta-feira, 9 de outubro de 2009
A Amazon anunciou na última quarta-feira (07) que passará a vender seu e-reader para fora dos EUA, incluindo o Brasil. Numa primeira análise, a notícia é boa, realmente existe uma carência de leitores digitais por essas bandas (ao menos nos canais oficiais), porém, a pergunta que fica é: Quem se habilita a pagar?
O leitor da Amazon será vendido para os 100 países selecionados inicialmente por US$ 279,00, que, convertido no câmbio de hoje, ficaria algo em torno de R$ 482,00. Somados a esse valor o frete e as taxas de importação, o preço final se aproximaria dos R$ 1.000,00 e, respondendo a pergunta anterior: Eu pagaria.
À primeira vista, parece caro, e de certa forma é mesmo, principalmente levando-se em conta os padrões brasileiros. Mas considerando-se um valor médio de R$ 30,00 para os lançamentos de livros no Brasil, com esses mesmos R$ 1.000,00, poderíamos comprar uns 30 livros. E só.
O Kindle passa a ser atraente no momento que você o vê como um player para conteúdo digital, que inclui no pacote o acesso a livros, revistas, arquivos em MP3, documentos do Word, PDFs etc. Olhando por essa perspectiva, acredito que vale sim o investimento.
Outro ponto favorável, e esse diz respeito especificamente ao Kindle, é o imenso acervo da Amazon, que conta com mais de 350 mil livros, além de revistas e jornais, que podem ser comprados diretamente do Kindle por preços acessíveis. Os lançamentos em livros saem em média por US$ 12,00 e a assinatura de revistas como a Newsweek, por exemplo, por US$ 1,49 mensais, algo em torno de R$ 2,57.
A maioria dos títulos ainda são em inglês, mas isso deve mudar em pouco tempo. O jornal brasileiro O Globo foi o primeiro a chegar à Amazon por US$ 15,99 mensais e, certamente, outros seguirão o mesmo caminho.
Outro ponto positivo é que a concorrência parece estar finalmente de olho nesse mercado. A Asus anunciou o seu Eee Reader, com 2 telas coloridas sensíveis ao toque em formato de livro. Recentemente outra grande varejista dos EUA, a Barnes & Noble, também divulgou seu interesse nesse mercado que, ao menos lá fora, parece que será a grande sensação do próximo Natal.
Por aqui, ainda precisaremos aguardar um pouco mais, mas empresas brasileiras já se movimentam nesse sentido. A Mix Tecnologia em parceria com a Carpe Diem Edições e Produções anunciou para 2010 o Mix Leitor D, que seria o primeiro e-reader com tecnologia 100% nacional.
Para aqueles que não aguentam esperar, o Kindle (
www.amazon.com) estará disponível para compra a partir do dia 19 desse mês e, quem sabe, até o Natal tenhamos outras novidades.
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Cesar Dechen às 13h24
Quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Há tempos tenho buscado por soluções que facilitem a integração de TV, internet, games, vídeos e o que mais me der na telha, de forma simples e eficiente. Até cheguei a soluções satisfatórias, mas ainda falta algo. Atualmente, meu setup não é lá dos mais atualizados, sendo composto por um HDD Player com suporte à rede (wired e wireless), receiver, gravador de DVD, console de vídeo-game e TV. De certa forma, essa configuração me atende mas... Bem, mas ainda falta alguma coisa.
Na verdade o que falta, ao menos para meu uso, é algo mais simples, mais integrado, com possibilidade de expansão e, por mais que pesquise, sempre acabo caindo na mesma solução, um HTPC (Home Theater PC). O problema é que, na maioria dos casos, ou são caros ou são grandes e barulhentos e então, até por preguiça, desisto da aventura e decido manter tudo como está.
Minha posição em relação a isso começou a mudar quando vi o ION 330 da ASRock, lançado recentemente. Baseado no chipset ION da Nvidia, o ION 300 da ASRock é o resultado da combinação do processador Atom da Intel com o GPU (processador gráfico) GeForce 9400M da Nvidia e uma placa-mãe Pico-ITXe que, no conjunto, representa uma solução ultra-compacta, silenciosa e potente o suficiente para rodar com tranquilidade o novo Windows 7 e reproduzir vídeos em alta definição (1080p) com som surround 7.1.
A conectividade do ASRock ION 330 também não deixa a desejar, com 1 saída HDMI, 1 D-Sub VGA, 6 portas USB 2.0 e 1 S/PDIF (ótica), permitindo conectar quase tudo nele. Combinado com uma TV Full HD, um receiver decente, um teclado com trackball sem fio e um joystick, temos aí uma bela configuração que nos permite assistir vídeos em DVD (existe também um modelo com player Blu-ray), todos os formatos mais populares de áudio e vídeo, games top e acessar a internet sem limitações.
Já estava me esquecendo, o ASRock ION 330, além de compacto, está disponível nas cores branca e preta e com acabamento de primeira. Oficialmente ainda não está disponível no Brasil, mas não deve demorar para chegar por aqui (assim espero). Seu preço nos EUA gira em torno de US$ 360,00. Mais informações no site da ASRock (
www.asrock.com).
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Cesar Dechen às 17h35
Sexta-feira, 11 de setembro de 2009
As controversas ações da APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música) em torno dos sites que compartilham músicas e álbuns na internet, por alguns tachadas de truculentas, por outros, de ineficientes, parece que nunca terão fim e, a continuar da mesma forma, não terão fim mesmo. É uma briga de gatos e ratos.
Não estou aqui para julgar nenhum dos dois lados e tampouco me posiciono em um ou outro lado do balcão, porém, como um simples observador e sem grandes pretensões, noto que as ações da APCM, além de muito barulho, pouco efeito causam no efetivo combate à pirataria.
Ok, conseguem tirar um ou outro site do ar, mas em pouco tempo, novos surgem para ocupar a lacuna, na maioria das vezes criados pelos próprios administradores dos que fecharam as portas. Chega a ser utópico uma entidade, ainda mais no Brasil, tentar controlar o que é publicado e veiculado na internet. Nem a China, que dispõe de mecanismos oficiais e pouco se importa com as liberdades individuais e de expressão, consegue fazê-lo de forma eficiente.
No meio do bolo, para complicar ainda mais a história, existem alguns casos realmente emblemáticos, que são os de sites que compartilham apenas material fora de catálogo, esquecido pelas gravadoras em alguma gaveta há mais de 15, 20 anos. E veja que o desejo de muitos desses artistas é justamente esse, que a população tenha acesso à sua obra, pois de outra forma, estariam condenados ao esquecimento em alguma prateleira mofada nas lojas de discos usados.
Já ouvi falar de casos ainda mais bizarros, de artistas independentes acusados de piratearem a sua própria obra. Sim, você não leu errado.
Em situações como essas, qual o critério adotado? Bem, se existe algum, ele é o mesmo e é neste ponto que a coisa se torna um pouco mais interessante, pois evidencia no mínimo a falta de tato ou, pior, falta de critérios mais bem definidos no que diz respeito à metodologia aplicada.
Uma coisa é certa: tratar consumidores de música como delinqüentes e vender álbuns digitais ao preço de CDs convencionais não é a melhor estratégia.
Não é preciso muito, basta passarem a dar um pouco mais de atenção ao que diz o consumidor, que no final das contas é quem justifica a existência dessa indústria e as coisas podem caminhar de forma mais harmoniosa.
Como já disse o badalado administrador Tom Peters nos anos 80: “Keep it Simple, Stupid!”. A iTunes Store é a prova mais contundente de que esse pode ser um bom caminho.
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Cesar Dechen às 15h17