quinta-feira, 17 de maio de 2012
sobre o Território da Música
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Terça-feira, 8 de maio de 2012
AES Brasil Expo 2012

www.overdubbing.com.br

Maior evento de áudio, vídeo, iluminação e instalações especiais da América Latina, a chega na sua 16ª edição em 2012, realizada no Expo Center Norte (Pavilhão Amarelo), em São Paulo – SP

O evento, realizado entre 8 e 10 de maio,  traz grandes lançamentos do ano para o mercado, incluindo as principais empresas do setor, como Roland, Harman, Yamaha, Santo Angelo, Selenium, Avid, Quanta, Audio Precision, Sennheiser, Pride Music, Proshows, Studio R / Nashville e outras (confira a lista completa aqui), além de palestras, seminários e workshops com nomes de destaque do Brasil e do mundo.
Duas das grandes empresas de ensino de áudio estarão presentes: Synergetic Audio Concepts, com Pat Brown, e a Meyer Sound, com Oscar Barrientos, em seminários próprios. Tim Vear, da Shure, que já trabalhou com artistas como Rolling Stones e U2, além dos parques temáticos da Disney, Universal Studios e Cirque du Soleil, dará palestra na quarta-feira, dia 09. Dan Dugan, considerado o inventor do automixer e pioneiro do sound design, Jeff Levinson, ex-engenheiro de som chefe no Warner Hollywood Studios e Joe Begin, diretor de desenvolvimento de novos produtos da Audio Precision, também marcam presença.

Do Brasil, destaca-se o painel sobre masterização no século 21 com Carlos Freitas, do estúdio Classic Master, um dos principais do país, que contará com o debate de Carlos Eduardo Miranda (jurado do programa Astros, do SBT, e ex-produtor de Raimundos, Skank, O Rappa, entre outros, fundador da Trama Virtual), Torcuato Mariano (músico, produtor de Eumir Deodato, Flávio Venturini e Hamilton de Holanda, ex-diretor artístico da gravadora EMI) e Beto Neves (engenheiro de gravação e mixagem com trabalhos com Ivete Sangalo, Carlinhos Brown e Gilberto Gil).

Organizada pela Francal Feiras, a AES Brasil Expo terá mais de 70 expositores e 7 mil m2 de área total. Inscrição: http://www.aesbrasilexpo.com.br/2012/eventos/inscricoes/index.asp?idioma=1

Serviço:

16ª AES Brasil Expo – www.aesbrasilexpo.com.br

Data:
08 a 10 de maio de 2012

Local:
Expo Center Norte, Pavilhão Amarelo, Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo – SP.Maior evento de áudio, vídeo, iluminação e instalações especiais da América Latina, a AES Brasil Expo chega na sua 16ª edição em 2012, realizada no Expo Center Norte (Pavilhão Amarelo), em São Paulo – SP.

Postado por André Iunes Pinto às 11h18
 
Quarta-feira, 8 de junho de 2011

Apresentação do Venom na AES Brasil 2011

www.overdubbing.com.br

Entre os dias 17 e 19 de maio, São Paulo recebeu a 15ª edição da Convenção da AES Brasil (Audio Engineering Society) no Palácio das Convenções, em São Paulo. Além das palestras sobre temas específicos do mundo do áudio, atração para profissionais e estudantes do setor, o evento realiza sua tradicional feira de tecnologia musical, com mais de 50 empresas expondo suas novidades ao mercado. A partir de hoje, o Overdubbing vai trazer algumas desses lançamentos que estão chegando às prateleiras brasileiras, como o novo controlador Venom, da M-Audio (assista acima ao vídeo exclusivo).

Controlado Venom, da M-Audio
Controlados Venom: novidade no estande da Quanta Music na AES 2011

O equipamento, que é importado exclusivamente que Quanta Music, é o que podemos chamar de “três em um”, pois é placa de áudio, controlador MIDI e sintetizador. Com 49 teclas e quatro oitavas, o Venom combina o som dos clássicos sintetizadores analógicos com processamento digital, incluindo ajuste de parâmetros através de um pequeno display no painel superior, ou por meio de um software editor incluso para instalação no computador. Um dos pontos altos do equipamento é a possibilidade de utilizá-lo como interface de áudio com o Pro Tools M-Powered 8, ou na sua nova versão 9.

O Venom oferece 512 patches em modo single e 256 em modo Multi (múltiplas camadas), com 41 ondas diferentes de oscilador e 53 sons de bateria inclusos. Cada uma das 12 vozes simultâneas conta com três osciladores, incluindo, ainda, síntese FM e wave shaping dinâmico para criar sons híbridos. O Venom possui filtros ressonantes que operam em múltiplos modos, 12dB/oitava com dois pólos e 24dB/oitava com quatro pólos, emulação de saturação e limiter de válvula para som de overdrive. Cada voz também possui três LFOs com amostras selecionáveis e mais três envelopes AHDSR para o controle do som.

Software editor Vyzex editor: acesso a diversos parâmetros do equipamento
Software editor Vyzex editor: acesso a diversos parâmetros do equipamento

Já o recurso Multi Mode permite acionar bateria, baixo, melodia e outras partes simultaneamente, sendo indicado para apresentações ao vivo. Cada parte tem um sequenciador de reprodução de padrões de ritmos pulsantes e linhas de sintetizadores, tudo sincronizado em BPM via tap tempo. No campo da edição do áudio, o software incluso (Vyzex editor) oferece a representação gráfica de todas as configurações e parâmetros do Venom. É possível, por exemplo, organizar os sons em bancos, renomear patches, salvar backups no computador, bem como compartilhas sons com outros usuários.

As entradas de microfone e de linha permitem gravar vocais, guitarra e outros instrumentos diretamente em sua DAW, sem a necessidade de equipamentos adicionais
, segundo destaca a fabricante. Um dos pontos legais do produto está na possibilidade de gravar faixas MIDI no software de sua utilização no computador e, então, reproduzi-las em tempo real usando o sintetizador interno do Venom. A vantagem está na economia de processamento, já que no lugar de instrumentos virtuais utiliza-se o som do próprio teclado. Para mais informações, acesse a página do Venon na Quanta Music.

Especificações técnicas:
• 49 teclas com ação leve
• 12 notas de polifonia
• Três osciladores com 41 formas de onda
• 53 sons de bateria
• Síntese FM digital
• Bateria eletrônica
• Pulse-width modulation, sync, FM e ring modulation
• Filtros ressonantes multi modos com saturação e limitação valvulada (emulada)
• 12 dB / oitava passagem (2 pólos) baixa
• 12 dB / oitava passagem (2 pólos)
• 12 dB / oitava passagem (2 pólos) de altura
• 24 dB / oitava passagem (4 pólos) baixa
• 24 dB / oitava passagem (4 pólos)
• 24 dB / oitava passagem (4 pólos) de altura
• Três LFOs
• Três envelopes AHDSR
• 16 rotas de modulação
• Operação multitimbral de quatro partes com sequenciadores MIDI sincronizáveis
• 512 presets de modo single
• 256 presets de modo Multi (múltiplas camadas)
• Duas mandadas de efeitos globais, incluindo Reverb, Delay, Chorus Flanger e Phaser
• Um efeito de inserção por parte multitimbral (4 no total), incluindo Compressão, equalização, distorção, redução de bits, Decimação.
• Harpejador clássico
• Função Tap Tempo e controle de BPM manual no painel superior
• Interface de áudio / MIDI USB 2.0
• 2 x 2 canais
• Taxa de amostragem de 24 bits em 44,1 kHz
• Entradas para microfone, instrumento e linha
• Dois pré-amplificadores
• Roteamento dos som do sintetizador via USB
• Saída da DAW via saídas principais com conector P10 TS
• Saída de fone de ouvido estéreo com conector P10 TRS
• Botão de volume master
• MIDI In e MIDI Out com conectores DIN 5 pinos
• Monitor LCD grande e personalizado
• Quatro botões rotativos e um botão para controle de desempenho e edição
• Função de mudança de oitava e transposição
• Rodas de pitch bend e modulação
• Entrada para pedal de sustain com conector P10 TS
• Entrada para pedal de expressão com conector P10 TS
• Software incluso para edição em tempo real (Vyzex editor software)

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Postado por André Iunes Pinto às 10h00
 
Segunda-feira, 16 de maio de 2011


Participantes e equipe que organizou o evento Vintage Times

Com o desafio de mostrar ao vivo a criatividade de novos talentos musicais, através de versões atualizadas da música Johnny B Good, criada na década de 50 por Chuck Berry, 16 finalistas participaram, entre os dias 15, 16 e 17 de abril, das últimas etapas do concurso Vintage Times. As apresentações foram realizadas nos palcos do Auditório MIX - EM&T e do bar Little Darling, em São Paulo.

Idealizado e organizado pela fabricante de cabos Santo Angelo, em parceria com a Escola de Música e Tecnologia (EM&T) e empresas como Meteoro, Odery, Octagon e Tagima, a iniciativa, que contou com a inscrição de quase 200 versões da canção de Chuck Berry, nas categorias melhor banda, guitarrista, baterista e baixista, revelou algumas surpresas interessantes fora dos holofotes das grandes capitais, como a banda Cry Baby, de Cordeirópolis, interior paulista.

Segundo Rogério Raso, diretor geral da Santo Angelo e um dos mentores do concurso, a promoção teve como foco principal revelar a criatividade dos músicos participantes.“Os candidatos deveriam criar uma nova versão, em qualquer estilo, de uma das mais emblemáticas canções que deram origem ao Rock and Roll. Não existia uma ou mais trilhas preparadas para utilização dos músicos. Tudo deveria ser criado, mas com foco nas raízes do Rock para que os juízes do concurso avaliassem os diferenciais de cada participante a partir de uma só base. Só o virtuosismo não contava, e sim a essência da versão”, explica Rogério.

Além da banda Cry Baby, foram coroados os músicos Ozeias Rodrigues (melhor guitarrista), de Itajaí/SC; Lello Araújo (melhor baterista), de São Paulo/SP; e Cleiton Castro (melhor baixista), de Ubatuba/SP. “Nossa proposta foi também a de dar chance aos músicos independentes e às bandas com pouco tempo de formação para mostrarem seus talentos. Ao mesmo tempo, oferecer palcos respeitáveis e temáticos para quem desejasse uma oportunidade de medir seu nível profissional com outros músicos”, lembra o diretor geral da Santo Angelo. Para assistir alguns dos vídeos postados no concurso, incluindo a atuação dos ganhadores, acesse www.vintagetimes.com.br, ou www.youtube.com/cabossantoangelo.

Banda vencedora do concurso Vintage Times

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Postado por Redação às 02h00
Tags: Concursos
 
Terça-feira, 10 de maio de 2011
Publicado por Paulo H. Freire* no site Overdubbing.

Por conta dos altos preços cobrados, os pedais de marcas renomadas do mercado, como Boss, Ibanez, Dunlop, entre outras, se tornam motivo de frustração e, ao mesmo tempo, cobiça. Todos querem ter no seu set um TS9, um OCD, um SD-1... Mas não é todo músico que pode investir tanto em um set. Eis que essa brecha (ou nicho) de mercado gerou uma alternativa interessantíssima: os handmades.

Exemplo de pedal original: TS-9 (fonte: Site da Ibanez)



Iniciados a partir da ideia de músicos, guitarristas, ou baixistas que trabalham com eletrônica e entendem muito bem sobre circuitos e componentes, esses novos entrantes causaram uma grande revolução no mercado, oferecendo boas alternativas aos músicos com um preço bem mais em conta, e sem muitas diferenças de timbre. A maioria não copia – garantem os fabricantes, até porque é contra a lei de propriedade intelectual e tudo mais. Alguns aventureiros até o fazem, mas esses são exceções. Acontece que os handmades sérios tomam por base circuitos de efeitos (como overdrive, distorções, etc. ) e agregam valor e o diferencial da sua “marca”.

Exemplo de pedal handmade fabricado no Brasil. (fonte: Star Dust)



 

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO HANDMADE

Vantagens:

- Os preços são bem melhores. Alguns são até 30 % do preço do original;

- A negociação é mais flexível (o comprador entra em contato direto com o fabricante), garantindo assim uma ótima transação (descontos, garantias, pós-venda e formas de pagamento diferenciadas). Alguns também oferecem acabamento personalizado dos pedais;

- São feitas correções benéficas em relação ao modelo original (alguns oferecem chave true-by-pass, enquanto que os originais não; knobs mais resistentes; alterações no timbre; e, até mesmo, produção do pedal com componentes mais resistentes do que o original!).

Desvantagens:

- A falta de padronização pode implicar em perda de qualidade, se comparado aos projetos originais - que têm um modelo de produção padrão;

- Como competem por preço (quanto menor, mais chances têm de vender), alguns handmades podem produzir pedais com materiais de menor qualidade para reduzir o custo de fabricação e, dessa maneira, vender mais barato;

- Nem todos oferecem garantias sólidas e eficientes, como as grandes marcas têm. Alguns sequer oferecem garantia;

- Baixo preço de revenda.

VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS GRANDES MARCAS

Vantagens:

- A padronização do produto: muito importante para quem compra pela internet e toma a decisão de comprar seu pedal baseado em vídeos na internet, pois aquele timbre que você imagina ser, será (descontando, claro, a diferença entre o seu equipamento e o do vídeo);

- Garantias asseguradas contra qualquer tipo de defeito de fabricação. É só ir à loja e apresentar o pedal defeituoso que você troca por um novo sem mais complicações (ou envia de volta para a loja em caso de compra pela internet);

- O “status” de ter um pedal de boutique (muitos se importam bastante com isso);

- Preço de revenda muito bom. Se a empresa parar a fabricação, então, se tornam extremamente valorizados. Você poderá vender até pelo dobro do preço que comprou. Um caso clássico é o do Rat. A empresa (ProCo) parou a linha de produção dos Estados Unidos e começou a fabricá-lo na China e o timbre (dizem) mudou um pouco (certamente a qualidade dos componentes também). Adivinha qual pedal é mais valorizado hoje? O Americano chega a ser de 40 a 60% mais caro.

Desvantagens:

- Preços elevados;

- Atendimento pós-venda fraco e ineficiente (as grandes marcas não se preocupam tanto com o que você pensa);

 

COMPARATIVO DE PREÇOS

Só a título de comparação, “montamos” um set básico para qualquer guitarrista só com pedais de grandes marcas e outro só com handmades, com o melhor custo/benefício (preço x qualidade) encontrado. O set sugerido é composto por:

Compressor Overdrive/Tube Screamer/Distorção – ChorusTremolo Delay.

Set com pedais conceituados e de melhores custos-benefícios no mercado brasileiro:

MXR Dyna Comp – R$290,00 / Ibanez TS9 – R$ 350,00 / Boss DS 1 – R$ 190,00 / ProCo Rat 2 – R$ 300,00 / Boss CH1 Super Chorus – R$ 250,00 / Danelectro DJ-5 - R$ 104,00/ EHX Memory Toy R$ 340,00

Total do set: R$ 1.814,00

Agora, o mesmo set montado apenas com handmades equivalentes aos originais citados no set anterior:

Star Comp – R$ 150,00 / Fuhrmann Tube Drive - R$ 170,00 / EFX Distortion – R$ 180,00 / MRoxy RTA – 200,00 / Star Chorus – R$ 180,00 / Blacksnake Tremolo – R$ 95,00 / MRoxy Digital Delay – R$ 200,00

Total do set: R$ 1.175,00

Diferença (considerável) de R$ 639,00, que pode ser ainda maior, se considerar outras versões de pedais dos citados.

Então, cabe ao músico avaliar o que melhor atende suas necessidades e condições financeiras. É uma questão subjetiva – qualidade é subjetiva. Cada um que decida se deve mesclar pedais originais e handmades, ter só de grandes marcas, ou handmades!

Assista abaixo a um comparativo entre pedais TS9 da Ibanez e Fat Drive, da T.Miranda, empresa baiana que produz pedais e amplificadores handmade (veja matéria sobre os pedais T.Miranda).

 

 * Paulo H. Freire é músico amador e criador do blog Últimas do Pedalboard , voltado para a busca de informações sobre efeitos e pedais de grandes guitarristas.

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Postado por Redação às 19h56
 
Sexta-feira, 29 de abril de 2011
Show do Fernando Moura
Pianista, tecladista e arranjador, lançando o disco TudoPiano, seu quinto autoral, Fernando Moura toca neste sábado, dia 30 de abril, a partir das 20h30, no Santo Scenarium. Para a apresentação, o músico preparou um repertório que mescla músicas originais de seus CDs e trilhas sonoras, incluindo também uma seleção de clássicos da música brasileira e internacional, sempre com arranjos próprios.

O show contará com o apoio de seus parceiros de longa data, como Ronaldo Diamante, no baixo acústico; Zé Carlos “Bigorna”, no sax tenor e flauta; e Jovi Joviniano, na percussão. Para os três sets deste sábado no Santo Scenarium, o cardápio musical varia desde temas do CD autoral TudoPiano a trilhas sonoras de Henry Mancini, passeando por arranjos originais de Água de beber, Lamento Sertanejo, Trilhos Urbanos, Yesterday e O morro não tem vez.

No currículo do músico, está o prêmio de melhor trilha sonora original no Festival do Novo Cine de Havana pelo seu trabalho no filme Maré, nossa história de amor. Além disso, ele assina a trilha sonora original do filme 180 graus, ganhador de melhor filme pelo júri popular do Festival de Gramado de 2010.
O Santo Scenarium fica na rua do Lavradio 36, Centro da Cidade. Couvert artístico custa R$10,00.

Mais sobre os músicos em:

www.myspace.com/fernandomoura

www.myspace.com/ronaldodiamante

www.myspace.com/jovijoviniano

www.myspace.com/zecarlosbigorna
Postado por Redação às 14h06
 
Segunda-feira, 25 de abril de 2011

VRM, da Focusritw

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Você acabou de gravar o seu trabalho e começa a etapa de mixagem. Uma das principais metas agora é testar, em um maior número possível de sistemas de som e monitores, a sua mix. Sendo assim, grava-se um CD para ouvir sua música no carro, no aparelho de som da sala, no micro-system da namorada, entre outros dispositivos ao seu alcance. Pois bem, eis que a empresa Focusrite apresentou este ano uma solução bem bacana que faz o mesmo trabalho, só que de maneira bem mais rápida, totalmente virtual e utilizando fones de ouvido. Trata-se do VRM Box, sigla para Virtual Referencing Monitor, uma caixinha que se liga ao computador, proporcionando várias perspectivas de sua mixagem por meio de software próprio.

VRM, da Focusrite
Simulação de um estúdio profissional


VRM, da Focusrite
Simulação living room

VRM, da Focusrite
Simulação de ambientes incluindo homestudio

Explicando de forma resumida, o VRM Box permite mixar em diferentes ambientes, por meio da simulação de monitores de marcas tradicionais do mercado, nas mais variadas posições do ouvinte na sala. Além da porta USB,a pequena interface VRM suporta audio em 24bits e 48kHz, tem entrada S/PDIF (sendo útil para trabalhar com o Pro Tools HD, por exemplo) e não necessita de fonte de alimentação externa. O VRM utiliza software próprio, essencial para simular os diversos cenários de monitoração. Faça o download das especificações técnicas do produto com a descrição de todos os modelos de monitores simulados. No vídeo abaixo, é possível ver o software em ação.



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Postado por André Iunes Pinto às 01h18
 
Terça-feira, 12 de abril de 2011
Novo BR80, estúdio portátil da Boss

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Que a Roland foi uma das pioneiras em manufaturar gravadores digitais multipistas, disso ninguém tem dúvida, vide a saudosa linha VS (Virtual Studio), que fez muito sucesso no final da década de 90 e começo dos anos 2000. Eis que a gigante japonesa resolveu pegar essa expertise para o desenvolvimento, agora pela marca Boss, da série BR de estúdios portáteis, como o BR1600, de 16 canais, e o recente BR-800, de oito canais. Entretanto, a empresa quis mais, ou melhor, menos, “encolhendo” cada vez mais as dimensões de seus gravadores.

Há cerca de cinco anos, se não me falha a memória, a Boss fez um lançamento inusitado com o Micro BR, considerado um dos menores pocketstudios do mundo, com quatro canais de gravação. Ótimo para os compositores que não querem perder nenhum momento de inspiração. Porém, a fabricante conseguiu ir um pouco mais longe e lançou na Musikmesse 2011 seu mais novo multitrack da linha Micro BR, o BR80, de oito canais (foto acima).
Novo BR80, estúdio digital portátil da Boss

Seguindo o mesmo conceito do Micro BR, de quatro canais, o novo BR80 traz como principais recursos a gravação em oito canais por meios de três modos: MTR (Multi Track Recorder), eBand e Live REC. No modo eBand, é possível a utilização de backing tracks ao vivo. Um par de microfones a condensador (de alta sensibilidade) garante o registro de voz e instrumentos acústicos, como violão, percussão, efeitos sonoros, entre outras fontes de áudio.

Com equalização e reverb, além de ferramentas de masterização, o pequeno (para não dizer micro) equipamento oferece, ainda, efeitos da linha COSM (Composite Object Sound Modeling), como a simulação de mais de 40 tipos de amplificadores de guitarra, efeitos para voz, baixo, etc. Outro recurso interessante, é que o BR80 pode ser utilizado juntamente com o computador como uma interface de áudio, possibilitando trabalhar com diversos programas. Por meio do software Sonar X1 LE (para Windows), que acompanha o produto, é possível fazer a transferências do áudio gravado no multipista para o computador pelo programa Wave Converter. Confira o vídeo abaixo para conhecer um pouco melhor o BR80 (em inglês).

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Postado por André Iunes Pinto às 17h20
Tags: Boss, Roland
 
Segunda-feira, 28 de março de 2011


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Em janeiro, ao final da cobertura do The Namm Show 2011, feira de música da Califórnia, realizada em Anaheim (veja como foi o evento), o Overdubbing fez uma matéria exclusiva em uma das maiores lojas de música do planeta: o Guitar Center de Los Angeles (confira também a visita à filial de Manhattan, em Nova York). Famosa entre músicos brasileiros que visitam a cidade, a megastore fica situada no bairro de Hollywood, perto de outras grandes lojas também conhecidas, como a Samash, e de escolas de música tradicionais, incluindo o Musicians Institute. Leia também matéria sobre as lojas de música na Espanha.

Amplificadores vintage na loja Guitar CenterNo vídeo acima (ou assista aqui), é possível perceber o volume de equipamentos que habita os vários setores da loja, que, apesar do nome, atende, e muito bem, aos mais variados tipos de públicos. De guitarristas e tecladistas a bateristas, o músico tem acesso ao que há e mais moderno no mercado, e o melhor, pode sentar e experimentar. Além disso, na Guitar Center de Los Angeles, é possível, inclusive, comprar equipamentos vintage (foto à esquerda e acima), incluindo amplificadores lendários da Vox das décadas de 50 e 60, que saem, em média, por nada menos que U$15.000,00.

Calçada da fama da loja Guitar Center de Los Angeles

Logo na entrada da loja, uma espécie de calçada da fama, com as mãos e assinaturas gravadas de músicos como Buddy Guy, Peter Frampton, Joe Satriani, entre outros, dá as boas vindas aos visitantes (foto à dreita). E não é só isso. Se você pensa que na vitrine de sua fachada estão à mostra novos equipamentos, ou algum tipo de “parafernalha” tecnológica, se enganou redondamente. De cara, fazemos uma vigem no tempo, nos deparando com um cenário montado em cima dos equipamentos de lendas como o guitarrista Stevie Ray Vaughan e uma réplica do arsenal sonoro de ninguém menos que Eddie Van Halen. Já na parte interna da loja, na seção de percussão, por exemplo, diversas peles de bateria com autógrafo de artistas como Lars Ulrich, baterista do Metallica, ficam estampadas na parede, ajudando a dar o clima hollywoodiano do local.
Equipamentos de Eddie Van Halen e Stevie Ray Vaughan na entrada da Loja Guitar Center de Los Angeles
Setup de Eddie Van Halen e, à direita, os antigos pedais de Steve Ray Vaughan
Para os amantes de tecnologia, a diversão também é garantida, pois a megastore possui uma seção de computer music repleta de equipamentos, com interfaces de áudio, controladores, uma variedade imensa de microfones, periféricos, além da venda autorizada de computadores Macintosh para utilização com áudio. Sem contar também a infinidade de softwares e plug-ins à disposição e uma área dedicada exclusivamente ao áudio profissional, incluindo caixas, monitores de P.A. e mesas digitais de grande porte.
Seção de bateria na loja Guitar Center de Los Angeles
Diversas marcas na seção de bateria da loja Guitar Center de Los Angeles 

Se música é emoção, certamente que a loja Guitar Center sabe como fazer para envolver seus clientes de maneira, no mínimo, original. Só assistindo ao vídeo para se ter ideia da dimensão desse templo dos instrumentos musicais. Boa viagem!

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Vídeos do Overdubbing
Um tour pela fábrica de cabos Santo Angelo
- Novas guitarras Fender diretamente da Califórnia
- Faça uma viagem pela loja Guitar Center de Manhattan
- E-pro live, a bateria eletrônica da Pearl com cara de acústica
Dusk Tyger, a guitarra robótica da Gibson
Lennon Bus, o ônibus de John Lennon que ensina crianças nos EUA
- Tagima Dream Team: um tributo à guitarra
Um show de guitarras na Musikmesse


Postado por André Iunes Pinto às 01h09
 
Quarta-feira, 9 de março de 2011
Feira de música da Califórnia reúne 1500 empresas de todo o mundo e aponta potencial brasileiro de exportação no setor

The Namm Show 2011

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Anaheim, Califórnia – Para os amantes de música e tecnologia, participar da feira de música da Califórnia, mais conhecida como The Namm Show (The National Association of Music Merchants), é estar em contato direto com o que há de mais moderno na indústria musical. O evento, realizado este ano entre os dias 13 e 16 de janeiro, reuniu em Anaheim cerca de 90 mil visitantes, entre profissionais do setor, jornalistas e músicos convidados. Além disso, contou com aproximadamente 1500 empresas de mais de cem países, incluindo o Brasil, que movimentam anualmente, segundo dados da Namm, U$17 bilhões em negócios. Nos estandes, quase 20 mil produtos em exposição apontaram as tendências em áudio, tecnologia e instrumentos musicais que futuramente habitarão as prateleiras das lojas do mundo todo.

Estande da Anafima no The Namm Show 2011
Estande da Anafima: ponto de encontro das empresas nacionais na Namm 2011
Mas como tornar eventos fora do país uma engrenagem ativa para aquecer as exportações? Antes de tudo, é preciso lembrar que, dentre outras atividades comerciais, as feiras internacionais significam sim chances reais para as empresa brasileiras de pescar o comprador estrangeiro. Com essa finalidade, a Associação Nacional dos Fabricantes de Instrumentos Musicais e Áudio - Anafima (acima, o estande da associação na Namm), com o apoio da Agência de Promoção às Exportações (APEX), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do governo brasileiro, representou nove empresas nacionais no evento. São elas a Alba e Liverpool (baquetas), Octagon (pratos para bateria), Gianinni (instrumentos de corda), Musical Izzo (percussão), Meteoro Amplificadores, NIG (pedais para guitarra), Santo Angelo (cabos e assessórios para instrumentos) e RMV (bateria).

Anselmo Rampazzo, presidente da AnafimaSegundo Anselmo Rampazzo, presidente da entidade, e diretor da RMV, a importância de participar da Namm está diretamente ligada à visibilidade do país no mercado internacional. “A Anafima vem fazendo um forte trabalho para que o Brasil possa exportar seus instrumentos musicais, que se diferenciam não só pela qualidade das matérias primas utilizadas, mas também pelo seu processo de fabricação”, explica o presidente. Ele lembra, ainda, que outro fator importante ao aquecimento do mercado interno está no fato de 2011 ser o último dos três anos para que as escolas públicas e privadas de todo o país adaptem à lei federal que determina o retorno da música como disciplina obrigatória no currículo.

Rogério Raso, diretor da Anafima e CEO da Santo Angelo (assista ao vídeo da visita do Overdubbing à fábrica), enfatiza que tão importante quanto exportar a cultura brasileira é divulgar a produção nacional no exterior, fazendo com que os instrumentos fabricados no país sejam também reconhecidos fora dele. “O mundo inteiro conhece a música brasileira, os músicos, mas pouco da nossa indústria musical. A missão na Namm foi a de justamente mostrar que temos competência para fabricar instrumentos musicais e acessórios de qualidade”, conclui Rogério. Confira a participação da Anafima na Namm 2010.


A MECÂNICA DAS EXPORTAÇÕES
Rogério Raso e Marcelo Segatti no The Namm Show 2011
Rogério Raso e Marcelo Segatti comemoram atuação do Brasil no evento

Segundo explica Marcelo Segatti (acima e à direita), gerente de negócios da Anafima, a principal bandeira da Associação é defender os interesses dos empresários brasileiros, proporcionando às empresas a adoção das melhores práticas para atuar no mercado. Ou seja, como ele mesmo cita, “divulgar a marca Brasil”. Marcelo lembra que participar de uma feira internacional não é tarefa simples, e a função da Anafima é o de justamente expor as marcas nacionais, possibilitando o contato direto com distribuidores de outros países.

“Alguns fabricantes nacionais têm bastante tradição no mercado de instrumentos, porém outros estão iniciando nesse segmento internacional. É aí que a Anafima entra, com apoio da Apex, agência do governo brasileiro focada em exportações, proporcionando a essas empresas facilidades de atingir o mercado externo. Na Namm, nosso principal foco foi o mercado americano, mas sempre voltado para a América Latina também”, destaca o gerente.

EMPRESAS ESTREANTES NA NAMM

Nádia Cristiane, diretora da OctagonPara empresárias como Nádia Cristiane (à esquerda), diretora da Octagon (fabricante de pratos), a Namm serviu como um laboratório para debutar a empresa no mercado americano, já que é a segunda vez que a marca participa de uma feira internacional. “Ta sendo tudo muito novo, e é extremamente válida a oportunidade de mostrar nosso produto em um país que até então não nos conhecia. Nossos pratos de bateria têm um apelo visual bem diferente, sendo uma novidade fora do Brasil e atraindo bastante a atenção de distribuidores e lojistas estrangeiros. E nisso, o apoio da Anafima está sendo fundamental nesses primeiros passos, visto que podemos contar com a ajuda de profissionais com mais experiência no mercado internacional”, explica Nádia, que comemora em 2011 os 25 anos da sua empresa. 

Participando também pela primeira vez da Namm Show, João Roberto (à direita), diretor das baquetas Alba, lembra que estar presente em feiras internacionais foi determinante para que a fabricante hoje distribua seus produtos para outros sete países. “Já participamos da Musikmesse, em Frankfurt, e lá conseguimos abrir ótimas portas. A Baquetas Alba é uma empresa com sete anos de existência, e, desde o início, partimos do conceito de desenvolver um produto diferenciado no mercado, visto que temos grandes fabricantes nacionais nesse setor. Nesse ponto, as feiras internacionais nos abrem novos horizontes. Estamos a caminho da Musikmesse 2011 e esperando realizar novos negócios”, conclui Roberto.

O The Namm Show 2012 acontece no mesmo local, entre os dias 19 e 22 de janeiro.

Para saber mais sobre a Anafima, acesse o site da entidade em www.anafima.com.br, ou visite sua página na rede social Facebook no endereço www.facebook.com/anafima.

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Um show de guitarras na Musikmesse

Postado por André Iunes Pinto às 21h38
 
Sábado, 19 de fevereiro de 2011
Publicado por Fernando Moura no site Overdubbing.

Confira Show Tudo Piano no dia 20/2, no Largo das Letras, no Rio de Janeiro.




Já deu para perceber que as duas principais atividades poupadas pelo furacão da nova ordem musical são a música por encomenda e a performance ao vivo. Assim sendo, hoje a coluna vai se deslocar do ar condicionado do estúdio para a realidade da gig ao vivo, que, como tudo no mundo musical, precisa ser... produzida.

Claro, leitor! Você está esperando saltar do táxi com ar condicionado na porta do local do seu show, entrar e encontrar dois roadies sorridentes esperando por você com todo o seu setup montado e um copinho de suco natural de manga, com pouco gelo e sem açúcar, em uma bandeja? Lamento a desilusão, mas, ou você tomou um ácido, ou o calor está lhe trazendo alucinações, ou você se teletransportou para o Japão.

Tocar ao vivo é, sem dúvida alguma, um dos maiores prazeres que a profissão da música pode lhe oferecer, nem tanto pelas mulheres incríveis disputando sua atenção depois do show, ou pelos cachês milionários oferecidos pela maioria desses trabalhos. O que mais importa é o prazer em ter contato direto com a plateia, interagir com ela em tempo real, e saber que cada vez que você sobe em um palco será diferente. Dentro dessa realidade, confeccione desde já o seu kit de sobrevivência, levando em conta também a lei de Murphy, que vai rolar, sem dúvida.


A extensão de tomadas de força é item indispensável em apresentações ao vivo

Além de seu instrumento, e todas as peculiaridades que o cercam (baquetas extras, cordas e palhetas de reserva, boquilhas e bocais para instrumentos de sopro, etc...), o primeiro item indispensável é a extensão de tomadas de força. “Tem lá”? Não acredite nisso, caro leitor, e lembre-se de que o nosso padrão de tomadas está em mudança para um novo que, obviamente, “é muito melhor”, só não sabemos para quem, porque é um padrão só usado aqui no Brasil! Confira em:

http://www.efetividade.net/2010/01/20/adaptador-para-as-novas-tomadas-brasileiras-como-eu-me-virei/

Estante para seu instrumento e banco se você toca sentado devem ter presença garantida no seu check list. Banco é exagero? Depende do instrumento, no caso do piano, ou teclado, posso atestar que a altura errada é como estar com o sapato de número errado nos pés: incomoda a noite inteira, mas você demora a perceber exatamente de onde vem o incômodo.

Falando em estante, se você pretende ler alguma coisa (o que é desaconselhado por 9 entre 10 “muita prática” em trabalhos ao vivo), leve a sua estante de música: aquela mesmo, que quase ninguém consegue fechar da mesma maneira que abriu. Mais importante ainda, leve a sua luz de leitura particular, afinal você não acha que o iluminador (se houver) vai dedicar um dos poucos focos de luz da casa às suas necessidades de leitura, não é, leitor?

Não deixe as folhas das partituras de diferentes tamanhos e formas de escrita avulsas na estante para voarem quando você estiver mais precisando delas. Use uma pasta com proteção de plástico não reflexivo e você verá o que é um investimento de menos de 10 reais com bons frutos.

Tecladistas adeptos de laptop e de mais de um teclado não devem deixar em casa aquele mixerzinho que já foi o principal do estúdio e hoje está meio de lado no canto. Mandar uma mix L/R para o “som da casa” é providencia que demonstra sabedoria na estrada e mantém o controle das proporções sonoras nas mãos de quem melhor conhece o trabalho: você.

Aproveite e leve um efeito com os recursos mínimos de reverb, delay e chorus/flanger. O Kaoss Pad é ótimo para isso, mas tenho certeza que você tem outras opções que já tiveram seus dias de glória em seu home studio e agora estão só acumulando poeira num canto depois de substituído por algum plug-in.



Falando em laptop, um backup em áudio CD do que você estará usando sequenciado no repertório é muito importante. Se for usar o laptop para outras ações que envolvam performance ao vivo como, por exemplo, integrar loopings do Ableton Live em sincronismo com o que você está tocando na hora, aumente o seu repertório de piadas e recarregue o galão de óleo de peroba para que a cara de pau não fique desprotegida no caso de um imprevisto informático.

O próprio uso do laptop deve ser pensado sempre com a opção “... e se?”, porque a menos que você tenha as condições da Madonna, e outros desse porte, para usar dois sistemas idênticos correndo em paralelo com um sujeito com o dedo numa chave comutadora A/B, o computador ao vivo é um complicador e tanto.

Tenha em mente: o que o público mais gosta no show ao vivo é a surpresa. É o que acontece ali naquele momento, só ali e não vai se repetir nunca mais. Enfrentar os perigos e encontrar os caminhos para se safar, desde os tempos dos Gladiadores romanos, é o principal motivo que tira o cidadão de sua casa para ir com um som pior que numa gravação e num ambiente infinitamente menos confortável do que a sala de casa.

Prepare-se e seja merecedor dessa atenção do “respeitável”.

Fernando Moura é pianista, compositor, arranjador e produtor de música e trilhas sonoras com mais de 30 anos de experiência no mercado. Saiba mais em www.myspace.com/fernandomoura.
Postado por André Iunes Pinto às 14h15
 
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